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38- Mural de Recados
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»Paulo Gondim (05-09-2010)  


Meu caro Poeta José Valdir:

Essa é muito espirituosa e criativa. Gostei! Pena que não colocaram o nome do autor. abraços. Paulo Gondim.

Despedida do TREMA

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema.Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos. Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes! O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé. Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I.

Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, faz endo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W "Kkk" pra cá, "www" pra lá. Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou - me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar. Nos vemos nos livros antigos. saio da língua para entrar na história. Adeus, Trema.
(autor desconhecido)




»Ascom/Viva Porto Velho. (04-09-2010)  


RONDÔNIA EM FOCO

Pedro Barbosa e Laura Marques no Programa “Viva Porto Velho”

O Dr. Viriato Moura recebe o Presidente do Centro Espírita de Rondônia, Pedro Barbosa Neto, para uma entrevista no Programa VIVA PORTO VELHO, deste domingo dia 05/09. Pedro tornou-se espírita há 28 anos, quando conheceu as obras de Chico Xavier e Alan Kardec. Está convicto de que existe vida após a morte, e afirma que o que consideramos morte, é apenas uma passagem para outro plano. Pedro vai falar também sobre o lançamento do filme “Nosso Lar”, baseado na obra de Chico Xavier. Uma superprodução do cinema brasileiro, com muitos efeitos especiais, cujo lançamento nacional acontecerá brevemente...

No quadro “Histórias da Nossa Terra”, Anísio Gorayeb vai conversar com a viúva do ex-governador Coronel João Carlos Marques Henriques, Dona Laura Marques Henriques e com seu filho João Carlos (foto abaixo). Dona Laurinha, como era tratada devida a sua simpatia, retorna a cidade pela segunda vez para rever amigos. Seu esposo governou o Território Federal de Rondônia em duas ocasiões, de 1969 a 1972 e de 1974 a 1976. O mesmo faleceu no Rio de janeiro em 2008.

O programa terá também o quadro “Plástica e Saúde”, que é apresentado pelo cirurgião plástico Dr. Marcelo Almeida.

O VIVA PORTO VELHO é um programa independente, produzido pela New Produtora, tem a Direção Geral de Ricardo Farias, e vai ao ar todos os domingos, às 11 horas da manhã, pela Rede TV, canal 17, e pela Via Cabo, canal 27.




»jose valdir (04-09-2010)  


ACADEMIA GUAJAREMIRENSE DE LETRAS-AGL, COMEMORA ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO

A academia Guajaramirense de Letras, AGL, comemorou dia 21 de agosto, seu primeiro ano de vida, com um encontro onde autoridades e acadêmicos discutiram a questão literário-cultural do Estado, realizado no Pakaas Hotel.

Ao fazer a prestação de contas do primeiro ano de vida da AGL, o presidente Paulo Saldanha destacou várias conquistas no período, lembrando que esse é apenas o primeiro passo de futuras e grandes conquistas. Paulo Saldanha leu ainda documento assinado pelo ex-presidente da Academia de Letras de Rondônia, ACLER, José Valdir Pereira, implantador da entidade guajaramirense, cumprimentando os membros da AGL.

A responsabilidade dos acadêmicos para a divulgação e incentivo à leitura, foi o tema da exposição do presidente da ACLER, Lúcio Albuquerque, destacando ser necessária a integração cultural das regiões rondonienses como forma de melhor conhecimento do estado que está se desenvolvendo.

O acadêmico William Martins, da ACLER, orador da sessão, lembrou ser preciso cuidado com o uso da gramática, especialmente entre jovens, e enfocou bem a função cultural das Academias. Em nome dos convidados a professora Daniela Centeno, esposa do comandante do 6º Batalhão de Infantaria de Selva, disse ter ficado emocionada com as apresentações culturais e em saber das atividades da AGL.
Crédito: www.acler.org




»jose valdir (02-09-2010)  


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»Viki (31-08-2010)  


vc no es de este mundo ¡¡¡¡
vc es tan grande que no puede ser real,,,
no entiendo porque no es conocido
mundialmente como poeta.
sus poemas son tan intensos, dicen tanto son tan hermosos, que todo el mundo deberia conocer, es GENIAL, GRANDE, BUENO, Y MARABILLOSO POETA




»jose valdir (31-08-2010)  


A partir das 11h deste domingo (28), centenas de rondonienses e até visitantes de outros Estados participaram da 9ª edição da Festa do Tambaqui de Rolim de Moura, um dos eventos turísticos mais prestigiados em Rondônia.

Há nove anos, um grupo de piscicultores criou o festejo, que se transformou em mostra da culinária e produção do pescado rondoniense. No cardápio, 10 maneiras diferentes de servir o peixe mais consumido na região Norte do País.

“Rondônia hoje é considerado um exemplo de trato com o tambaqui para o restante do País. Só aqui na região de Rolim de Moura são mais de 250 toneladas de produção por ano, abastecendo várias outras cidades rondonienses”.

A festa é uma realização da Prefeitura de Rolim de Moura, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente (Semam), em conjunto com a Associação dos Piscicultores da Capital da Zona da Mata.




»Anisio Goraieb (31-08-2010)  


Hoje voltaremos ao tema das saudosas lembranças da nossa querida Porto Velho, quando lembraremos o auge dos anos dourados. Iremos lembrar um pouco do centro comercial, da fonte luminosa, e outras coisas que nos remetem a um passado distante.

No centro comercial tínhamos a Casa Saudade, cujo nome tem tudo a ver com o titulo destes artigos. Era a maior loja de tecidos da cidade, cujo sócio majoritário era o Sr. Teodorino Torquato Dias, por isso o grupo se chamava T. T. Dias & Cia. A loja situava-se na Rua José de Alencar entre as ruas Barão do Rio Branco e Sete de Setembro. Foi por muitos anos uma referência no comércio da cidade.

Hoje existem poucas lojas de tecidos, pois se compra roupas já confeccionadas, bem diferente daquele tempo. Em conseqüência as costureiras também diminuíram bastante, assim como as revistas de moda. A revista de moda mais famosa se chamava Manequim. As mulheres aguardavam ansiosas cada lançamento da revista para se atualizarem da moda usada nos grandes centros. Essas revistas vinham com um encarte exclusivo para as costureiras, orientando no corte do tecido e os passos para a confecção.

Uma outra curiosidade que os jovens de hoje desconhecem, é que naquele tempo dava-se muito tecido de presente. As pessoas iam a um aniversário e presenteavam o aniversariante com um tecido para confeccionar uma calça, um vestido, uma camisa e etc. Nada de roupa de marca famosa, pois não havia isso naquele tempo.

Na Rua José de Alencar, havia também a banca de revista do Seu Cidrão. A banca ficava entre a Casa Saudade e o Edifício Feitosa. Lá podíamos comprar diversos gibis: Zorro, Mandraque, Batman, Tarzan, Fantasma, Roy Roger, Cavaleiro Negro, e claro, também os gibis infantis de Walt Disney. As revistas mais famosas da época eram: O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos.

Lá também se comprava os jornais: O Alto Madeira, O Guaporé, Folha de Rondônia e O Combatente. Este último dirigido pelo polêmico Inácio Mendes. Seu Cidrão vendia também os bilhetes da Loteria Federal, pois não havia as loterias de hoje (mega sena, quina, lotomania, lotofácil), muito menos casas lotéricas. O Bola Sete, um crioulo forte e bom de samba, daí o apelido, vendia os bilhetes de loteria pelas ruas da cidade

. Naquela época as mulheres liam muito as revistas de fotonovelas, pois não havia televisão em Porto Velho. A revista mais famosa deste gênero se chamava Sétimo Céu. É bom explicar que Seu Cidrão não tinha uma banca de revista como as de hoje, a sua banca de revistas era bem diferente. Ele esticava um tecido verde, meio aveludado na calçada, e ali arrumava cuidadosamente suas revistas e jornais.

No ano de 1970, ocorreu um grande acontecimento na cidade. A inauguração da fonte luminosa da Praça Getulio Vargas. A população ficou encantada ao ver aquela fonte com águas coloridas. Foi um fato tão importante que no dia da inauguração, muitas autoridades compareceram para prestigiar o acontecimento. Para completar a grande festa tivemos ainda a apresentação da banda de música da Guarda Territorial, carinhosamente chamada de ”Furiosa”.

As famílias visitavam a praça para assistir o belo espetáculo da fonte luminosa, próximo dos prédios que formam o mais belo cartão postal do centro histórico da cidade, o Palácio Presidente Vargas e o antigo Porto Velho Hotel, hoje Prédio da UNIR/Centro.

Atualmente não temos mais a fonte luminosa nem a banda da Guarda Territorial, porém ainda temos a Praça Getulio Vargas, que foi reformada recentemente, e em frente à praça foi inaugurado o novo Mercado Cultual, que passou a ser o local de eventos da cultura regional.

Recordar é viver...
Fiquem todos com Deus.
Até a próxima.
ANISIO GORAYEB




»Viriato Moura (29-08-2010)  


FALTA DE EDUCAÇÃO

Em nosso país, lamentavelmente, os governos ainda insistem no paradigma de se promover às custas da quantidade e não da qualidade, como deveria ser.

Analisemos a educação: a diferença da atual para a do passado é que atualmente os despreparados ostentam diplomas, atestado de sua ineficiência. O poder público, com pirotecnia, anuncia a construção de muitas escolas e até as inaugura, quando muito. Mas não o faz movido pela propósito de oferecer espaços que realmente formem cidadãos capacitados. Esse vício também contaminou algumas escolas particulares, que na prática visam prioritariamente o lucro e não demonstram qualquer compromisso com a boa formação de seus alunos. O professor não deve se restringir a ensinar. Ensinar é uma atitude unilateral, que pode não atingir o objetivo pragmático que é fazer aprender. Quando o aluno não aprende, a atuação do professor não atingiu sua razão de ser. Nada adiantou. Ser um bom professor exige muito mais que somente dominar a ciência que ele ensina. Requer também o domínio das técnicas pedagógicas associadas a uma capacidade de se comunicar de modo a motivar seus alunos ao aprendizado. E mais: aos mestres cabe tornar fácil e agradável o que parece difícil e chato.

Ir para a escola e estudar deveriam ser atividades agradáveis, que se praticasse com prazer. Mas isso, como sabemos, raramente acontece. A maioria das pessoas, de qualquer idade, tem a escola e os estudos como incômodos. Quando não se faz algo com motivação, satisfação, é evidente que o resultado deixa a desejar. É por isto que poucos aprendem o que estudam, como deve ser.

A educação em nosso país está a merecer uma revisão radical. Impõe-se que se analise com isenção e muita competência o que ensinar, quando ensinar, como ensinar, e em quanto tempo. O objetivo da escola deveria ser formar cidadãos preparados para a vida. Para tal, dar-lhes ensinamentos que, concomitantemente, possam ser colocados em prática, e utilizados em seu favor e de sua comunidade.

Perde-se muito tempo com informações pouco úteis em detrimento de conhecimentos que merecem prioridade, alguns até que são indispensáveis. Os métodos de ensino também precisam ser revisados. Na quase totalidade das escolas brasileiras esse item pouco evoluiu. Quais professores se preocupam em ensinar, por exemplo, métodos mneumônicos? E outras técnicas de aprendizado relacionadas às disciplinas que ensinam? Poucos, certamente. É por esses motivos que depois de anos de escola é reduzido o número dos sabem o que deveriam saber, e, quando sabem, não raro, o sabem superficialmente. Por isso, o critério do que precisa ser ensinado em cada faixa etária deve se sustentar nas necessidades das pessoas para que vivam e convivam melhor. Ou seja: que tenham qualidade de vida, que é o fundamento para adequada inclusão social.

Sem uma educação de qualidade, que vise atender de modo eficaz e objetivo os anseios de realização das pessoas, jamais teremos uma sociedade mais justa e mais feliz.




» Ascom/Viva Porto Velho. (28-08-2010)  


No programa VIVA PORTO VELHO deste domingo, dia 29/08, o Dr. Viriato Moura vai entrevistar o violonista gaúcho Carlos Bica. Amante e intérprete da musica clássica, Carlos que é casado com uma rondoniense, esteve em Porto Velho pela oitava vez para diversas apresentações, inclusive no canteiro de obras da Usina de Jirau, a convite da construtora Camargo Correa, onde interpretou obras de Villa-Lobos, Bach, Vivaldi e outros. Iniciou sua carreira aos 16 anos, tem diversas obras gravadas em CD, e já se apresentou em diversos paises.

No quadro “Historias da Nossa Terra”, Anísio Gorayeb vai até a residência da Dona Inácia Cavalcante, para uma descontraída conversa. Dona Inácia vai falar um pouco da sua vida, desde sua chegada em Porto Velho no ano de 1950. Viúva do comerciante Enéas Cavalcante, mãe de dois filhos, o médico José Hiran e a empresária Lurdinha Cavalcante, tem quatro netos e dois bisnetos. Dona Inácia era irmã do saudoso médico pediatra José Adelino.

O VIVA PORTO VELHO é um programa independente, produzido pela New Produtora, tem a Direção Geral de Ricardo Farias, e vai ao ar todos os domingos, às 11 horas da manhã, pela Rede TV, canal 17, e pela Via Cabo, canal 27.




»jose valdir (26-08-2010)  


Sim, amiga Vânia, o artigo abaixo, "Tempo de delicadeza", foi postado em "Variedades", por ser muito extenso.

Abraços!




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