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25- Mural de Recados
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»Menezes (18-06-2010)  


Depois de muitas luas, amigo José Valdir, volvo a esse maravilhoso recanto, não sem antes deleitar-me com os mais variados artigos a tratar de coisas mil, postados por ilustres da comunidade rondoniense, neste democrático Mural de Recados.

Vossia instou-nos a rememorar os bons tempos de nosso futebol amador. Lembrou-nos de um dos ídolos do "Tricolor da Madevia", o então centro-avante Mauro. Exímio goleador. Mauro também fez história no futebol boliviano, em cujas canchas atuava por ocasião do recesso futebolístico em nossa terra. Pois bem. Por falar do assunto, meu caro poeta. Na tarde de ontem estive a confabular com o Eduardo, filho do Gervásio, lá no Betus Bar, oportunidade em que aquele reportou-me que o zagueiro voador do Moto Clube e Flamengo coleciona pérolas da época de ouro do futebol local. Na viagem que empreendemos, a tratar de futebol, enes craques que já partiram para outra galáxia, desfilaram e perfilaram em nosso jogo de lembranças. Alguns, pois: Willian, jogou no São Domingos e Ferroviário; Edson Alencar, goleiraço do Moto Clube e Ferroviário; Zé Oto e Zé Antonio, ambos arqueiros do Ferroviário, este último jogou ainda no Ypiranga; Manoel, centro-avante do Motaço; Láercio, goleiro de nacionalidade boliviana, todavia coração brasileiro, jogou no Botafogo; Raimundão e Geraldão, zagueiros do Botafogo; Cláudio Paixão, Botafogo; Carlos Malony, Botafogo; Bentinho, São Domingos e Moto Clube; Emídio, São Domingos...

Falando de outras coisas de antanho. E as festas de junho, hein? - As Quadrilhas do folclorista, carnavalesco, futebolista e também bancário Agostinho, popularmente conhecido por "Bizigudo" ; a do Galdino dos Correios; a do Seu Joventino. E os Bois, também, hein? Corre-Campo; Flor-do-Campo; Malhadinho e ...




»Kedma O´liver (17-06-2010)  


Poeta querido:
leio sempre que possível o mural e vejo que a maioria das postagens é sobre a cidade de vocês.
Gosto de ler também sobre filmes e educação. Hoje quiz partilhar com você uns versinhos sobre umacidade que eu amo, embora não more nela.
abraços

CORES DE BELO HORIZONTE
Kedma O’liver

Minha cidade é feita de azul, verde, preto e cinza;
como um pequeno arco-íris sem os seus matizes.

O azul está no céu cheio de passarinhos que voam, voam... e voltam para os ninhos

O verde está na plantinha que vejo da minha janela dos matos, árvores e gramas sempre viçosas e belas.

Preto nos muros e no asfalto parecendo muita sujeira, mas a gente olha ou pisa e leva na brincadeira.

O céu muitas vezes é cinza, parece que vai chover, mas sempre é poluição que não nos deixa ver.

Amo esta cidade que é muito especial, é Belo Horizonte querida, a minha terra natal.  




»jose valdir (16-06-2010)  

Sobre o filme "Em Education"

EDUCAÇÃO!

Conta a história de uma menina de 16 anos super inteligente, vivendo uma vida entediante num subúrbio londrino, no início dos anos 60. Na fase pré-Beatles. Cult, ela é aluna de uma escola tradicional de meninas, se preparando para o curso de letras de Oxford, numa época em que os vestígios da II Guerra e da intolerância racial eram muito latentes.

Onde a rivalidade entre franceses e ingleses não era só motivo de piada, era preconceito mesmo. Nessa época, percebe-se uma insatisfação reprimida que exploridiria, poucos anos depois, no movimento revolucionário da contra-cultura.

Fica claro no filme como o pai de Jenny - representando milhares de pais de família ingleses, classe média - se consideram isolados do resto do continente, na "Ilha", como eles mesmos se referem à Inglaterra. Toda a Europa é para eles apenas o resto do continente.

Gostei da maneira como o filme questionou o hábito de termos discursos e argumentos prontos que, de repente, não convencem mais pela sua enfadonha repetição.

Afinal, por que nos sacrificamos e nos privamos tanto do prazer por ser ele rotulado de incompatível com a realização de um objetivo? Muitas vezes, os sacrificios deixam de fazer sentido. E em algum momento, alguém questiona isso. E faz toda a diferença.

No filme, Jenny sofre com o dilema da escolha entre uma educação formal e o aprendizado da vida que a seduz.

Ela se apaixona por um um bon vivant de uns 30 e tantos anos e muito carisma, que lhe apresenta um mundo mais interessante do que o que ela conhecia até então, mas intuía existir.

Fica claro como o apoio da família é importante nas escolhas de uma pessoa. Principalmente quando ela é muito jovem. Decidir o rumo na própria vida já é uma tarefa difícil por si só, por conta dos medos do desconhecido, do inesperado.

Tudo pode acontecer, tanto de bom quanto de ruim. E isso traz muita ansiedade. Quando se é apenas um adolescente em transição, a disponibilidade para o perigo, para o que apaixona, o que emociona é muito mais forte. Por isso o apoio familiar é tão importante.

Compartilhar somente as coisas boas é muito fácil e muito cômodo. O amparo da família na realização de um sonho é um divisor de águas na vida de qualquer um, e quando o resultado vem, seja ele qual for, continuar ao lado faz toda a diferença.

Crédito: dpjusta.blogspot.com/




»jose valdir (15-06-2010)  


Não gosto dessa seleção; nem o patriotismo mexe...mas, mesmo sem atacante, desejo que vença. Uns dois a zero, tá bom, amigo menezes? Lembro-me que, nos tempos idos, quando ia ao Aluísio Ferreira ver o Ferroviário jogar, tinha uma satisfação incomum porque sabia que ia ver belas jogadas do atacante Mauro. E agora, que prazer teremos vendo a seleção jogar? Ver as belas defesas do goleiro? Vamos ver se o zangado, quero dizer, o Dunga e seus escolhidos vão fazer alguma coisa. Abraços, amigo menezes!




»jose valdir (13-06-2010)  

Prezado amigo Viriato:

O nobre colega, como sempre, nos brindando com suas preciosidades literárias.
Sou escritor e poeta e, embora meus escritos sejam longos e até pareçam, quando os escrevo, que jamais vou terminá-los, adoro textos suscintos, sem muitas delongas, iguais aos seus.
Ainda mais quando cheios de afirmações que mexem com nossos sentimentos, nossas emoções.
Adorei mais este "Bons tempos aqueles". Voltei ao passado, lembrei da música de Roberto Carlos: "eu me lembro com saudade o tempo que passou" e revivi momentos inesquecíveis da minha infância no bairro da Olaria, em Porto Velho.
Quero crer que, assim como eu, muitos leitores vão adorar esse "Bons tempos aqueles".
Vão, feitos eu, mergulhar numa profunda reflexão sobre os bons tempos de ontem e de hoje e de como serão os "bons" tempos do porvir.
Abraços!




»Viriato Moura (13-06-2010)  


BONS TEMPOS AQUELES...

Nossas casas estão fechadas. Não só pelas trancas materiais contra a violência que nos cerca. Nosso lar, que é a casa onde mora nosso coração, reflete nossas inseguranças materiais e emocionais.

Num passado não muito distante eram comuns as visitas, geralmente nos fins de tarde e nos dias livres, dos familiares e amigos. Chegavam até sem avisar. Mas eram recebidos com sincero afeto. Adentravam como se fosse em suas próprias residências; sentavam para trocar confidências ou simplesmente para colocar a conversa em dia. O que valia era a presença, a deferência de quem vinha e de quem estava pronto para acolher com alegria as pessoas por quem nutria bons sentimentos. Entre um assunto e outro, um bom cafezinho coado na hora, um pedaço de bolo , talvez alguns biscoitos deliciosos. Tudo feito pela dona da casa ou por sua filha prendada.

Bons tempos aqueles em que nos frequentávamos.

Mas os hábitos mudaram. Já quase não visitamos nem recebemos visitas. Quando nos encontramos com os amigos, geralmente o fazemos em lugares públicos – restaurantes, bares ou em algum evento social . A cumplicidade do ambiente familiar foi empalidecendo como um papel envelhecido. Como pálidos parecem ter ficado nossos vínculos mais humanos, nossos sentimentos. As intimidades, cada vez mais temerárias, deram lugar à formalidade, à impessoalidade. Os abraços, como os demais afagos, não raro são apenas expressões corporais sociais; até as atribuições de parentesco foram banalizadas pelos “tios” e “tias” que não traduzem nem respeito nem afeição.

As manifestações mais puras e mais verdadeiras de sincera amizade como o contato interpessoal foram substituídas por afazeres mais solitários como assistir televisão, DVDs, acessar a internet. O diálogo, que diminuiu até no seio familiar, foi trocado pelo silencioso monólogo das individualidades. É a família perdendo seus elos, fragmentada. Cada um em si e por si.

Bons tempos aqueles em que nos frequentávamos.

Vazios de presença, nossa e dos outros, não temos com quem compartilhar o melhor de nós; tampouco de dividir com quem queremos bem nossas dúvidas, nossos anseios, nossas fragilidades. Ao que parece, muitos de nós resolvemos fechar para balanço. Um interminável balanço existencial cujo resultado será a triste constatação de que precisamos nos frequentar mais.

Do contrário, teremos que conviver com esse doloroso vazio que só será preenchido pela presença de quem queremos bem.




»Viriato Moura (05-06-2010)  


PORTO VELHO DE ONTEM E SEUS TIPOS POPULARES

Quem viveu Porto Velho dos anos 1950 e 60 não esquecerá os tipos populares que marcaram suas presenças em nosso meio por seu jeito de ser e viver. Em texto publicado na “Antologia da Prosa e do Verso Rondoniense”, Yêdda Pinheiro Borzacov analisa algumas dessas interessantes figuras do nosso cotidiano de ontem. A autora recordou Zé Quirino, Morcego, Cachimbão, Macaco, Pacácio e Beleza.

Zé Quirino foi um mendigo que vagava sem eira nem beira pelas ruas de nossa cidade, batendo de casa em casa pedindo comida e roupa. Não largava seu enigmático saco de estopa sujo. Tal como um Papai Noel às avessas, Quirino tinha seu saco para receber. A não ser a personificação da miséria, o velho vadio de nosso passado nada tinha a oferecer. Talvez a chance para que as pessoas de bom coração tivessem piedade dele.

Morcego, cujo nome de batismo era Gilberto, foi um serviçal do Hospital São José. Bem cedinho, ainda com as luzes da madrugada, Morcego ajudava as irmãs salesianas na faxina do nosocômio. Durante o horário diurno, quem não lembra?, era o intransigente porteiro daquela casa de saúde, que deixou de funcionar em janeiro de 1983 com o advento do Hospital de Base Ary Pinheiro. A visitação era terminantemente proibida para crianças. Tampouco era possível visitar enfermos fora do horário estabelecido pela direção. Com Morcego não havia acordo. Certa feita, impediu a entrada do governador do então Território, Petrônio Barcelos, conta Yêdda. O eficiente guardião tinha um hábito que constrangia as mulheres: gostava de olhar, com insistência, para as pernas femininas. Em ocasiões, devido a essa “imoralidade”, o nosso personagem levou indignados tapas na cara de uma delas – dizem que foi da Judy Piana. Nem isso lhe demoveu o bom gosto da compulsiva contemplação.

Cachimbão era um pobre coitado, velho para minha concepção da época. Perambulava pela cidade sob o achincalhar constante de crianças e moleques adultos. Seu epíteto incitava-lhe o desespero. “Cachimbão!”, gritava a molecada. Irritado, ele respondia: “É a mãe! É a mãe!”. Tanto se aborreceu que um dia morreu de raiva.

Macaco, o bêbado, era também um vadio. Por vezes, inofensivo. Chegava a brincar com a meninada como se criança fosse. Conheci-o durante um bate-bola na calçada da casa da D. Nazinha Centeno, na Rua José do Patrocínio, no final da década de 1950. Quando atingido por detratores de sua desdita, exumava seus demônios e partia para cima. Nesse estado, atemorizava a criançada, que fugia dele, aumentando assim seu desespero e sua solidão. De tanto beber pinga, Macaco morreu cirrótico num dia que ninguém lembra.

Pacácio, que era maníaco por farda e “condecorações”, desfilava imponente e cheio de si com o peito repleto de medalhas. O nosso quimérico general também trabalhava no São José. Incorporava seu personagem somente nas horas de folga. Gostava de frequentar as sessões de domingo do Cine Resky, sempre lotadas. Aproveitava para se mostrar, caminhando pelos corredores antes do início da projeção. Recebia aplausos irônicos e vaias sinceras. Ele, certamente, em seu mundo do faz de conta, sentia-se ovacionado. Pacácio, segundo Yêdda, até bem pouco tempo ainda vivia num asilo para idosos na Paulo Leal, onde faleceu.

Beleza, o nosso sacristão de sempre, até seu falecimento, há poucos anos, cumpria religiosamente seu labor na manutenção da Catedral Sagrado Coração de Jesus. Seu nome verdadeiro, poucos sabem. Mas toda a comunidade, particularmente aqueles que frequentam aquela igreja há muito, reconheceram nessa figura ímpar um trabalhador diligente e fiel. Para nós, ele também representou uma testemunha histórica de nossa fé cristã nas missas; nos momentos de alegria dos batizados, casamentos e festas religiosas, mas também nos de profunda tristeza, quando levamos nossos entes querido para receber, naquele templo, a derradeira bênção.

Acrescento à relação desses tipos populares citados por Yêdda, mais dois também inesquecíveis: Pará e Chico Ceará.

Pará, o carregador, chamava-se Manoel Gomes dos Santos. Era um mulato de baixa estatura e pouca fala que carregava nossas malas para o aeroporto quando partíamos, e as levava para nossas casas quando retornávamos, em seu carrinho de mão. Naquele tempo, não havia táxi para fazer esse serviço. Nosso aeroporto, que chamávamos de campo de aviação, era relativamente perto, no bairro Caiari, no terreno onde estão o Ginásio Cláudio Coutinho, a Vila Militar e se estendia até a Esplanada das Secretarias. O nosso Pará já partiu para sua grande viagem, aquela que dispensa as malas que foram seu meio de sobrevivência durante tantos anos.

Chico Ceará foi o outro bêbado popular de nossa cidade que deixou lembranças de suas peculiaridades. Era branco e de cabeça chata como convém a um legítimo cearense. A única feira de então e o velho Mercado Municipal eram locais de sua preferência. Mas também cambaleava pelas ruas e praças, com seus pés inchados sempre descalços, fazendo o buliço da meninada com suas demonstrações de malabarismo bucal. Com sua língua sempre branca conseguia revirar um cigarro aceso para dentro da boca e depois exteriorizá-lo ainda aceso. Em seus delírios etílicos repetia o próprio nome, como quem tem medo de esquecer de si: “Eu sou o Chico Ceará!”, “Eu sou o Chico Ceará!”.

Relembrar esses personagens que, de certo modo, marcaram suas presenças em nossa querida Porto Velho do passado, é um prazeroso exercício de saudosismo, que nos faz viajar em devaneios poéticos de amor por esta terra.




»jose valdir (01-06-2010)  




"Não somos eternos, mas podemos amar eternamente a quem nos ama."
(josé valdir pereira)

"Sabe: nas minhas idas e vindas, tenho notado o seguinte: de repente, sem que percebamos de pronto, a vida passa, a vida muda, as pessoas passam, mudam e tudo passa a ser diferente...as nuvens passam, o tempo é outro, outras flores, outro perfume, outros amores...ainda bem que somos pacientes quando à mercê das agruras da vida!"
(josé valdir pereira)

"Somos administráveis como o é uma empresa; sem uma boa gestão, somos levados ao insucesso; à falência!"
(josé valdir pereira)




»jose valdir (31-05-2010)  


Morre Lucindo Quintans, professor da UFPB e ex-vereador e secretário de Planejamento de Porto Velho

Seus colegas Vereadores da Câmara Munhicipal de Porto velho - 1982, não vão gostar desta notícia:
Raquel Cândido, PMDB
Sindrônio Timóteo, PDS
José Campelo, PDS
Odaísa Fernandes, PMDB
Elizabeth Badocha, PMDB
Marlene Gorayeb, PDS
Álvaro Costa, PDS
João Coelho, PDS
Afonso Florêncio, PDS
Valdir Galvão, PMDB
Valdemar Marinho,PDS
Vivaldo Garcia, PMDB
Assis dos Anjos, PDS
João Paulo, PDS,
Daniel Nascimento, PMDB
José Guedes, PMDB

Ah, que triste notícia.

Fico muito triste quando um dos meus amigos com os quais trabalhei naquela época em que juntos e com muita garra tudo fizemos - muito suor e sofrimento - para ver Rondônia ser elevada à condição de Estado.
Lucindo, desde o tempo do governo Guedes, na Secretaria de Planejamento, era um profissional dedicado e responsável.

E me faz muito triste, o fato de já ter ido, tão novo, tendo pouco vivido e desfrutado da vida, depois de tantas lutas e percalços sofridos...
Quem se deslocava, àquela época, de suas terras de origem para Rondônia, na fase pioneira, sabia que muito teria que fazer, e sofrer, principalmente longe da família que deixara em tão longínqua terra.

Lucindo foi um desses pioneiros.
Que ao lado de Deus já esteja, como um dia, queremos estar todos nós, quando nossa vez chegar.

A velhice, o passar do tempo, as mudanças que a sociedade experimenta - culturais, políticas e sociais - de certa forma longe de nossas aprovações, as despedidas dos amigos que resolvem partir primeiro, dão-nos uma vontade de declarar guerra ao tempo, fazê-lo parar, reclamar a Deus do porquê sermos criaturas tão vulneráveis e mortais...

Se não fosse a certeza de que, quando morremos voltamos aos braços do Pai, o nosso melhor lugar, eu viveria o tempo todo fazendo greve na porta da Igreja, protestando contra a morte, a infalível morte que Deus inventou para celebrar a ressurreição, a nossa volta aos seus braços, à vida, em Sua casa celestial.

Por outro lado, têm uns que nem Deus quer que voltem. É para continuarem na terra perturbando nosso juízo. Como se não bastassem as agruras naturais, ainda temos que ser tolerantes - pura provação - com esses imitadores de matuzalém.
Pode ver que tem um bem pertinho de você. Rsrsrsrs!




»jose valdir (31-05-2010)  




Menezes, meu amigo, que houve?

Dada, Vianey, João Paulo, Lúcio Gúsman, Enid, Vânia...
Sumiram mesmo de vez do site www.josevaldir.com ?
Sem estórias pra contar?
Aquelas histórias contadas pelos "historiadores", repetindo as mesmas coisas, sempre e sempre, não são lá muito palatáveis.

Só porque o anisinho apresenta no programa Viva Porto Velho, o melhor da história de nossa terra, através de seus convidados, não significa que devamos interromper nossas narratiavs no Mural...Rsrsrsrs.

Gostamos de ler aqui no Mural, as estórias, relatos e reminiscências do nosso tempo de criança, dos tempos bons, de quando Porto Velho era uma criança também. E então, já não têm mais nada pra contarem ou estão desestimulados?
Abraços!




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