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»jose valdir (10-03-2010)  


Há pouco postei texto no qual abordei as entrevistas feitas pelos amigos Viriato e Anísio, com as amigas Gloria Valadares e Ùrsula Maloney.

Não me alonguei mais para não deixar o escrito extenso e desencorajar sua leitura.

No mundo de hoje, temos que exprimir tudo, em duas ou três palavras, senão não somos lidos.

Estou de volta àquelas entrevistas só para registar que fui contenporâneo das duas grandes mestres, portanto testemunha dos seus inestimáveis e inesquecíveis feitos, e mais: fui contenporâneo da professora Edna Grangeiro (irmã do engenheiro Edson Grangeiro) quando éramos Conselheiros de Educação no Conselho Territorial de Educação de Rondônia, e do engenheiro Edson Grangeiro (esposa da Glória Valadares), quando ele era Secretário de Obras do Território Federal de Rondônia, no governo Humberto da Silva Guedes, no Palácio das Secretarais, hoje prédio da UNIR Centro, e eu Subsecretário de Educação e Cultura do Território.

À época, batalhávamos pelo mesmo objetivo: promover o desenvolvimento do Território, criar infra-estrutura em todas as áreas para que a unidade federada fosse elevada à condição de Estado da federação.

Existem ainda em Rondônia, algumas testemunhas vivas que conhecem bem os fatos que derem origem ao surgimento do Território e do Estado de Rondônia. Edna Grangeiro, Gloria Valadares, Edson Grangeiro, entre outros, este que vos escreve, inclusive, são testemunhas vivas...

E parte desta história está contida no meu livro: Rondônia: de Pedaço em Pedaço, uma História!"




»jose valdir (10-03-2010)  


Valeu, mana! Você jamais deixou de registrar um elogio ao seu irmão! Lembro quando fui seu professor no Carmela Dutra, em Porto Velho, e na mesma turma Sulivan, Edson Mugrabe, Paulo Ayres, João Lobo, entre outros, você, inesquecivelmente, sabia elogiar, com distinção, as aulas de Estatistica que eu ministrava, sempre dando-me incentivo para continuar, eficiente e eficaz, no exercicio do magistério.
E o pessoal brincava: eu queria ter uma irmã dessa!
Obrigado!




»Maria Vânia Leite Negrão 10/03/2010 (08-03-2010)  


Querido e muito estimado mano,

Passando para agradecer sua belíssima "Homenagem" pelo grande dia dedicado a nós, MULHERES, o que muito me traz incentivo, coragem, determinação e vontade para continuar pela estrada da vida, nessa minha JORNADA, o que, acredito, ser igual para todas nossas amigas e esposas de nossos amigos, igualmente!

Vou pedir a você que repita, para que novamente nossas amigas e esposos possam reler!

A música, sem comentários, basta ouvi-la...

Muito obrigada pelas flores... de um cavalheiro e, ainda mais, sendo de um POETA, são de um colorido... aromas diversos!

Beijos e sempre por aqui estarei.




»jose valdir (10-03-2010)  


Nosso amigo Viriato, estimado e querido poeta, escritor e apresentador do programa "Viva Porto Velho", na Rede TV, aos domingos, a partir das 11h e 30min, agora tem um excelente, competente e eficaz aliado e ajudante na apresentação das reportagens e entrevistas do programa. É nosso também querido Anísio Gorayeb, que faz as entrevistas com tomadas externas, excelente recurso para tornar seu trabalho mais atraente, com riqueza de detalhes.

Parabéns, amigo Viriato. O programa ficou mais rico e ganha Porto Velho com sua dedicação à Porto Velho, dando ao portovelhense a oportunidade de conhecer um pouco da nossa história, nossa cultura e nossa gente.

No último domingo, Viriato entrevistou uma das mulheres mais atuantes em Rondônia: a bibliotecária Glória Valadares, que se dedicou mais de 27 anos de sua vida à existência da biblioteca Francisco Meireles, dando tudo de si para ver funcionando a casa de livros, do saber e do conhecimento, a única biblioteca pública de Rondônia, por muitos anos, tratando a informação e tornando-a acessível ao usuário final, independente do suporte que recebia. O programa foi um sucesso. Na entrevista com a Glória Valadares, Viriato fez comentário crítico sobre um fato que já foi comentado por mim no Mural: a distribuição, sem critérios justos, de títulos honoríficos e condecorações em nossa Rondônia.

Nosso comentário convergiu para o mesmo ponto: a Comenda da “Ordem do Mérito Marechal Rondon”, é distribuída em reconhecimento daquelas pessoas que contribuem ou contribuíram para o desenvolvimento do Estado de Rondônia por meio da religião, por sua coragem, ou através da economia, política, cultura e história.

Mas, do jeito que estão fazendo, distribuindo a Comenda para quem nada fez, nem pelo Território Federal e nem pelo Estado, não vai demorar e a honraria estará vulgarizada, sem valor e nada mais significará sua outorga.

Excelentes as entrevias feitas pelo Anisio e pelo Viriato, com as ícones Glória Valadares e Úrsula Maloney, duas mestres, baluartes da educação, do saber e dos livros.

Porto Velho não pode se queixar: agora tem um programa que mostra, identifica os reais e verdadeiros valores culturais da nossa história. Através do programa vemos e conhecemos nossa gente pioneira que muito fez pela região, vemos nosso patrimônio histórico-cultural, nossa arquitetura e nossos históricos logradouros.
Infelizmente, por conta da ignorância e da estupidez dos governantes, e, também, por desconherem nossos verdadeiros e inesquecíveis valores, muito da nossa cultura arquitetônica, literária, histórica, folclórica...está desaparecendo.

Repetindo mais uma vez o que dissera minha amiga Kléon Mayan: povo sem cultura não é povo, é bando!
E as tradições, a memória, são e fazem nossa cultura.




»Viriato Moura (10-03-2010)  


QUEM SEMEIA E CULTIVA ILUSÃO...

Temos o natural hábito de semear e cultivar ilusões. A expressão popular “me engana que eu gosto”, ainda que vista com desdém, não está muito longe do que realmente acontece.

No âmbito afetivo somos dados a projetar nossos parceiros como nós gostaríamos que eles fossem. E, com frequência, insistimos em acreditar que eles realmente são essas pessoas especiais que queremos para nós, para dedicar nossas afeições.

Durante algum tempo, essa “certeza” faz com que nos iludamos com os defeitos que o tempo tinge a imagem que nós construímos para o outro. Imagem essa para atender nossas necessidades afetivas. Iludimo-nos tanto com essa nossa projeção que nos negamos a acreditar, nos primeiros momentos, que aquele príncipe ou aquela princesa estejam se metamorfoseando em sapos.

As pessoas são como são. Nem sempre é fácil perceber isso porque todos, de certo modo, usamos uma carapaça para conviver melhor socialmente. Por isto, todos nós somos uma mistura do que parecemos que somos , do que pensam que somos, e do que verdadeiramente somos. Com a convivência, o que verdadeiramente somos tende a aparecer, exteriorizar-se. Mesmo porque não nos é possível interpretar o que queremos parecer que somos o tempo todo.

Querer que alguém seja do jeito que imaginamos tão-somente para preencher nossos caprichos sentimentais, é uma ingenuidade. Porque quem semeia e cultiva ilusão, não raro colhe decepção.




»João Paulo das Virgens (07-03-2010)  


VILHENA ELEIÇÕES DE 1982.

Vilhena, cidade clima da Amazônia, estando situada a mais de 600 metros acima do nível do mar e sendo a principal entrada da região norte do Brasil, devido ao seu clima agradável, suas terras férteis e vegetação, principalmente de serrado, foi o lugar escolhido pelos sulistas que chegavam a todo instante e, às vezes, já cansados da viajem, faziam destes campos da chapada dos Parecis, o local para se fixarem.

O município criado pelo presidente Ernesto Geisel e pelo governador Humberto da Silva Guedes, em 11 de outubro de 1977, desmembrado de Porto Velho, foi ter sua autonomia política em 1982, quando elegeu seu primeiro prefeito e a sua Câmara de Vereadores, composta por 13 parlamentares que foram eleitos naquele pleito.

Como em todos os outros municípios, a grande rivalidade era entre os partidos PMDB, comandado pelo líder regional Jerônimo Santana, e o PDS, comandado pelo Governador Jorge Teixeira.

O PDS lançou para prefeito três chapas (antes tínhamos ainda como resquícios da ditadura a sublegenda) encabeçadas pelos seguintes candidatos e seus votos:

15 – DARI ALVES DE OLIVEIRA 1.523 VOTOS

16 – ERWIN TOMAZONI 2.101 VOTOS

17 – VITÓRIO ALEXANDRE ABRÃO 2.249 VOTOS

O partido PMDB comandado por Jerônimo Santana, também usando a sublegenda, lançou seus três candidatos a saber:

55 – PAULO CAPRONI MARZOLA 05 VOTOS

56 – FRANCISCO LUIZ SARTORI 669 VOTOS

57 – GENIVAL NUNES DA COSTA 1.935 VOTOS

Tendo o PDS feito na somatória de votos o maior número, o candidato mais votado VITÓRIO ABRÃO, tendo o médico ÉLCIO CARLOS ROSSI como vice, eleito o primeiro prefeito de Vilhena, tomando posse no dia 1 de janeiro de 1983, dando por definitivamente instalado o município.

Para concorrer às 13 cadeiras da Câmara Municipal, tanto o PDS como o PMDB lançaram diversos candidatos, mesmo porque, conforme o modelo da eleição, cada candidato a prefeito tinha seu grupo de candidato a vereadores os apoiando. Muitas vezes este modelo demonstrou que não poderia sobreviver, pois os candidatos a vereador mudavam constantemente seu apoio para o candidato majoritário que oferecesse melhores condições, e em muitos municípios a briga dentro das siglas era enorme, tendo os “Caciques” políticos fazendo papel de bombeiro todo instante.

Aberta as urnas e contados os votos, em Vilhena o quadro que se demonstrou não foi diferente do resto do Estado. O PDS elegeu 9 (nove) vereadores, enquanto o PMDB elegia os outros 4 (quatro).

Ficou, então, a primeira Câmara Municipal com a seguinte composição:

PDS

1 – ILÁRIO BODANESE 390 VOTOS

2 – PAULO RENATO DE FREITAS PEREIRA 296 VOTOS

3 – FRANCISCO JANUÁRIO GOMES 239 VOTOS

4 – IVONE MENDES DE SOUZA 225 VOTOS

5- ARMANDO JOSÉ GONÇALVES 218 VOTOS

6 – CÂNDIDO JOÃO NEGRI 212 VOTOS

7 – JOSÉ MARIA LOPES 206 VOTOS

8 – LUIZ FLÁVIO ZAMMUNNER 203 VOTOS

9 – NELSON LINARES 193 VOTOS


PMDB

1 – GENTIL DE COL 218 VOTOS

2 – MILTON GOMES DA SILVA 215 VOTOS

3 – ODETE LENIR SARTORI 179 VOTOS

4 – MARIA EVANIR Q. ORR 144 VOTOS


Para Presidente do parlamento mirim o escolhido foi o vereador Francisco Januário Gomes, Vice-Presidente, Ilário Bodanese, 1º Secretário, Nelson Linares e Líder do PDS Ivone Mendes de Souza.
O PMDB se fez presente na mesa executiva ocupando a 2ª Secretária com a vereadora Maria Evanir Q. Orr.

Após a posse do primeiro prefeito e da primeira Câmara de Vereadores eleitos pelo povo vilhenense, muita água rolou por baixo da ponte do Rio Pires de Sá, que iremos contando ao tempo que for desenrolando os fatos que daqui para frente iremos narrando.

Como fonte de pesquisa, contamos com o apoio dos arquivos de ex-vereador e empresário de sucesso em Vilhena José Maria Lopes, além, é claro, dos livros dos mestres Amizael Gomes da Silva e José Valdir Pereira.

Vilhena, 07 de março de 2010
João Paulo das Virgens.




»jose valdir (07-03-2010)  


SALVE 8 DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER

A música de abertura do site, Woman, de John Lennon, é uma homenagem que todos nós, que fazemos o site www.josevaldir.com, prestamos à mulher, a começar por nossa mãe, que nos deu à vida, nossa esposa, que nos dá vida, nossas filhas, que nos dão entusiasmo, fé e esperança na vida, às nossas irmãs, primas, cunhadas, amigas, enfim, à todas as mulheres de Rondônias, do Ceará, do Brasil e de todos os países do mundo.
Seguem, também, flores, um beijo afetuoso, e uma prece pedindo a Deus que não poupe lhes dar mais saúde, paz e amor e sabedoria para nos tolerar e nos amar.




»jose valdir (06-03-2010)  




Meu preclaro amigo Menezes:

essa sua vinda hoje aqui no Mural foi só pra despertar saudade e desejo dorido por querer estar em Porto Velho, nos braços do carinho da terrinha e ao sabor da amizade dos valiosos amigos que tenho na terra do famoso Rio Madeira, de quem não se aparta, quem da sua água já bebeu.

São incentivadoras suas palavras e sábia sua vinda aqui no Mural.

E a feijoada? Uma delícia...No segundo semestre, estarei, novamente, no torrão para saborear a deliciosa culinária rondoniense.

Abraços, amigo! Sobre o que você escreveu acerca dos amigos "família Castiel", com a devida vênia, endosso tudo.




»Menezes (06-03-2010)  


Amigo José Valdir!

Li, reli e conferi a entrevista vinculada a Vossia no blog do também imortal Selmo Vasconcelos. Credito-a como significativa e de relevância para os que já o conhecem e também para aqueles que já ouviram falar do grande mestre, educador, poeta, escritor e enfim, do cidadão que és, os quais, doravante, passam a saber quem é José Valdir. Deixei meu parco depoimento a respeito da matéria, naquele informativo.

Bem. Ou seria bom, hein!? - Vai começar o campeonato de futebol estadual de Rondônia. E tem a estréia do queridão Moto Clube, na era profissional, enfrentado o Rolim de Moura no velho Aluizão. Tomara que o timão emplaque e daqui por diante nunca mais "emPAC". Veremos, pois.

Copiando do grande Mestre, meu superior hierárquico no labor funcional, Sérgio Barbosa. Vou "atacando por varejo" . Prossigo, pois, infra:

Meu afetuoso abraço e especial atenção ao Mestre Samuel Castiel Junior, o qual além de profissional dedicado que é no exercício do mister da medicina. Também disponibiliza tempo para ter com a família e amigos, em especial os fraternos da "Confraria do Bigode", em cuja sede, vez por outra, mesmo ser ter sido batizado também achego. Pois bem. 26 de fevereiro, p.p., tive a honra de receber das mãos de Ênio Castiel, irmão de Samuel, uma coleção de clássicos da música nacional e internacional, gravados em cd, sob a batuta de Samuel, no Saxofone Tenor; Tonhão, Teclado/Contra Baixo; Genésio, Cavaquinho e Guitarra; Participação especial de Adna Soriano. O trabalho musical foi gravado no Stúdio L.R. Gravações. A seleção musical, bela e terapeutica. "Marina, Luar do Sertão, My Way, Feelings e outros. Adorei o brinde e por conseguinte, deleito-me a curtir a execução sonora do reportado disco. Reitero meu abração fraternal a Samuel Castiel.
Ah! Hoje também é dia de ter no "Bar do Bigode", palco de reuniões da Confraria.

Ênio Castiel. Irmão de Samuel Castiel. Conheço-o de anos idos, posto que também sou criado na "terrinha" e quando criança morando no Areal, também promovia incursões vez por outra, lá pelas bandas do antigo "Favela" não tão alhures do Areal, proximo do Colégio Dom Bosco. Contudo, estreitamos laços de amizade e fraternidade, apenas há poucos meses, coisa que se deu num dos laboratórios onde mais aprendemos e apreendemos conhecimento, qual seja: "Bar". Isto mesmo. Os bares da vida, em cujos ambientes se discute ou se desabafa não apenas problemas vinculados à vida pessoal. Não e não mesmo. Os bares da vida são ótimos mestres. Neles não há distinção alguma entre letrados e toscos. O som musical que se permeia entre os frequentadores, vai de Djavu a Belchior. E é nesse contexto que me deleito a ouvir de Ênio: "Lixo cultural" é ... Contudo, democraticamente, todos têm a sua vez e também nos damos ao luxo de curtirmos nosso "som". Um jogo de futebol sem a "zueira" de Djavu ou de Calipso, só quando entra em campo o Flamengo. E o Ênio sendo botafoguense e eu cruzeirense, então, hein? -
Um grande abraço, amigo Ênio. Talvez, logo mais, dê uma passadinha na Distribuidora São Francisco. Quiçá tenhamos tempo de deleitarmo-nos com um som do Creedence ou de...

Valdir. Hoje é dia de Glorinha, também, hein!

Meu afetuoso, cordial e fraternal abraço a todos do Mural.

Volverei!




»jose valdir (06-03-2010)  


Difícil é ser poeta. Ser romancista também não é fácil. A maioria de quem escreve e ler sabe disso. Sabe-se que, de um romance, o exercício exige muito talento e experiência literária, paciência e capacidade de ser, ao mesmo tempo, escritor e ledor, protagonista dos personagens e seu próprio crítico literário. Aliás, um bom romancista sempre entende que o melhor crítico literário de suas obras é ele próprio.

Portanto, esse negócio de dizer que quem escreve relatos sobre história, geografia, faz uma apostila de matemática, física, lingua portugues ou outro assunto qualquer, e publica em forma de livro é escritor, está exasperadamente, profundamente equivocado.

Este, de acordo com a antológica distinção estabelecida pelo sociólogo e critico literário francês Roland Barthes, nada mais é do que um escrevente.
O escritor é aquele que trabalha a sua palavra e absorve-se funcionalmente nesse trabalho. Ele tem finalidade estética, postula o belo, o alargamento da realidade através do encantamento, da arte literária. A atividade do escritor comporta dois tipos de normas: as normas técnicas (de composição, de gênero, de escrita) e normas artesanais (de labor, de paciência de correção, de perfeição). A estética da palavra, da frase, do discurso justifica o trabalho do escritor.

Já o escrevente é um profissional transitivo, que não postula um fim estético com seu discurso (quer por exemplo: testemunhar, explicar, ensinar, catequizar). Para esse profissional a palavra não é um fim em si mesma, mas apenas um meio na consecução de outros objetivos.

Portanto, muitos autores de livros que se consideram e são considerados escritores, são apenas escreventes.

Em Rondônia é grande o número de escreventes.




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